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Meu nome é Maria Teresa de Oliveira Albani. Assim fui registrada mas, hoje, se me chamam Maria Teresa, tenho que pensar duas vezes antes de responder. Porque aqui, neste mundo virtual, eu me tornei Maytê.
Comecei a fazer versos ainda menina. Antes mesmo de ser alfabetizada, já "escrevia", ou melhor, fazia umas quadrinhas e minha mãe copiava.
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Um dia, a poesia se foi. Nunca soube para onde foi, mas não a sentia mais em mim, nem mesmo em estado de hibernação, até surgir a Internet, os e-mails formatados e o contato diário com poemas e poetas.
E, ao invés de escrever, resolvi "vestir" os versos dos amigos.
Assim surgiu o primeiro site, que pediu o segundo para que eu pudesse me profissionalizar; e depois veio o terceiro, Prosa&Verso, quando então fui intimada a criar meu próprio site, sob pena de perder minhas clientes.
E quase por obrigação surgiu o primeiro rabisco, depois outro, e mais outro, e de repente eu tinha leitores que me escreviam e gostavam... e assim voltei a rabiscar.
Mas minha poesia é cíclica, ela vem, e vai.
Nunca imaginei editar um livro. Mas também nunca havia pensado em me tornar editora, e então, quando o grupo de poesias PAX POESIAS, da amiga Claudia Villela de Andrade, se reuniu para lançar uma antologia, à qual aderi, pensei além, pensei virtual, e surgiu a E-Books Maytê, para lançar - não apenas o meu e-book - mas muitos e-books, meus, dos amigos e desse contingente de poetas fantásticos que fazem parte desse ainda mais fantástico mundo chamado Internet.
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